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Poema de Carol de Abreu

COMBALIDA MELODIA
I
Lamúria de eu padecer,
em rosto abatido,
que vos clama por perecer.
Que me digam,
de mocidade,
de alguma efêmera verdade.
Não me contenta a face,
nem me cura a alma.


II
Devaneio, eu a pensar,
que em cada aresta,
dissimula teu riso,
tão bem conciso.
Rogo que me livres,
Pai Celestial,
de uma intensa dor,
que em mim persiste.


III
À noite,
que há de ser tão leal,
mistura meu pranto,
em um sonho irreal.
Por que há de ser tão bela,
fria e densa a noite evidente?
Por que há de em mim,
encarcerar um rosto ameno,
na bela noite ausente?

4 comentários:

Anônimo disse...

nooosa..essa é minha amiga hein gente!...mas falando sério,gostei demais deste poema pois fala da realidade vivida por muitas pessoas que vivem de sonhos mas que ao encarar a realidade se debatem com a dor e a dureza da mesma!...bjão Carol!

samela disse...

essa é minha amiga gente!rs...falando sério,este poema é muito interessante pois fala de uma realidade vivida por muitas pessoas.Vc vive em um sonho e quando acorda pra realidade sente a dor e a dureza da mesma que é até difícil de encarar...amei Carol!

Lucas disse...

poema perfeito...

já é a minha escritora favorita.....

parabens Carol...

Nazyra disse...

Nossa que menina inteligente, linda sua poesia.